ESTRUTURA E ÁGUA DISPONÍVEL DE UM CAMBISSOLO SUBMETIDO A PERÍODOS DE PASTEJO ROTACIONADO

Resumo

A compactação do solo causada pelo intenso pisoteio animal, sem controle das condições do solo, da pastagem e dos animais, tem levado à degradação dos solos e tem preocupado produtores, técnicos rurais e instituições que atuam na área. Nesse sentido, objetivou-se avaliar o tempo de pastejo e a presença e ausência de pastejo rotacionado, sobre as propriedades físicas e hídricas de um Cambissolo, em Santa Catarina. O experimento constou de plantio de milho para silagem, um período de pousio e plantio de pastagem, sendo dois tratamentos avaliando o número de pastejo rotacionado (2 ou 3 vezes por um período de, respectivamente, 2 ou 3 meses), subdivididos em presença e ausência de pastejo de gado leiteiro. Foram avaliadas em quatro camadas de solo a porosidade, densidade, água disponível para as plantas e a curva de retenção de água do solo. Até o momento, o uso de 3 pastejos rotacionados por área com intervalo médio de 29 dias entre pastejos, em um período de 3 meses, tem melhorado a macroporosidade e a porosidade total do solo, comparado à área em pousio e ao pastejo rotacionado por 2 vezes. A macroporosidade é o atributo mais sensível para identificar diferenças entre os tratamentos (níveis de pisoteio animal). O uso do pastejo rotacionado por 2 ou 3 vezes no período de 2 ou 3 meses, respectivamente, não causa compactação adicional ao solo.

Publicado
Out 5, 2021
Como Citar
BITENCOURT JUNIOR, Darcy et al. ESTRUTURA E ÁGUA DISPONÍVEL DE UM CAMBISSOLO SUBMETIDO A PERÍODOS DE PASTEJO ROTACIONADO. Agroamazon, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 50-59, out. 2021. Disponível em: <https://agroamazon.ufra.edu.br/index.php?journal=agroamazon&page=article&op=view&path%5B%5D=65>. Acesso em: 09 dez. 2021.
Seção
Artigos